08 abril 2010

Todas as boas coisas chegam a um fim

Acabou. Depois de um dia tão agitado, física e psicologicamente, vem um dia assim, como este, tão calmo e a sós. Não consigo esquecer o facto de eles terem pisado o chão de Portugal, de eu ter esperado mais uma hora e meia do que era previsto para que aparecessem em palco, de termos estado no mesmo sítio pela mesma razão, de tê-los visto em carne e osso a sorrir, a falar português o melhor que conseguissem. E nós gritávamos e cantávamos o mais alto possível para que eles percebessem que estávamos ali para os receber de braços abertos, para os agradecer por estarem ali a tocar para nós.
Enfim. Já passou e agora só restam as recordações que me fazem sorrir e pensar que, se não fossem eles, tinham de ser outras pessoas como eles. O tempo que estive à espera, sentada na rua (que muitas pessoas não percebem porquê que o fiz e continuarei a fazer), querendo que alguém mais, para além da minha mãe, me acompanhasse, e tudo o que já disse anteriormente. Agora vou esperar até que voltem, até que aconteça alguma coisa que me permita vê-los, outra vez.

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