De todas as ridículas coisas que fazia ou que ainda faço, já me livrei de uma. Sobre isto, basta dizer que já não admiro uma pessoa, mas um conceito: uma pessoa melhor. E, como uma pessoa que perde a sua fé pela relegião - se isso acontece mesmo, pois, sabem, essas pessoas são um bocado quadradas -, eu já não sei no que ou em quem acreditar. Mas vou tentar não viver por ninguém, mas por mim própria.
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