Então, era isto que eu precisava! Não só ouvir música, mas também cantar. E dançar, o que eu pensava ser ridículo, passou a subir uns pontos na minha consideração. Não aquele dançar com regras e movimentos planeados! Mas aquele em que abanamos a cabeça e chutamos o ar com os pés; aquele em que abanamos os braços e estalamos os dedos; batemos com um pé no chão ao ritmo da música e fechamos os olhos a rir!
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