11 setembro 2010

Finalmente, conversámos!

Almocei em casa do meu avô (que antes costumava ser a casa dos meus avós). Estávamos lá os três - o meu pai, o meu avô e eu - e, finalmente, conversámos! Já não os via há algum tempo e, por minutos, pensei que iria ser mais um momento constrangedor devido à separação dos meus pais e/ou à ausência da minha avó. Contudo, o meu pai queria saber novidades e, bem, nem parecia o meu pai! Contava coisas sem eu perguntar, por sua vez, perguntava, ria...
Bem, nada de que eu não estivesse à espera. Ele sabia que se continuasse em casa, de uma maneira ou de outra, as novidades iriam cair do céu, pois tinha a família à sua volta. Portanto, não havia necessidade de abrir a boca para dizer ou perguntar fosse o que fosse.
Mas ele já se apercebeu que, agora, as coisas já não são assim.

Sem comentários:

Enviar um comentário