De um apartamento em obras, olhei pela janela enquanto saboreava o almoço, garfada a garfada.
Daquele 17º andar conseguia ver quase toda a cidade de Bruxelas.
Levei um bocado a acabar de almoçar, mas consegui comer um prato cheio. O tempo passava. Ora chuvia, ora parava de chover. Ora soprava um vento forte que estremecia os vidros das janelas, ora simplesmente soprava como que assobios.
E, assim, passei um dia quase apática.
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