08 julho 2010

De madrugada

Entre o silêncio, conseguia ouvir o respirar de alguém a dormir no outro quarto. Com um peso nos olhos, conseguia fechá-los mas não conseguia deixar de os abrir. No meio da escuridão, conseguia ver através da janela as luzes vindas do lado de fora; os carros, os candeeiros de rua e, mais tarde, o amanhecer.

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