(...) Os meus braços em seu redor só não tremiam porque eu tentava controlar-me. Até que decidi afastar-me para que não acontecesse o que estragaria o momento e ainda mais o seu estado. Fiquei a olhar para aquele papel com aquelas míseras palavras e já se notava alguma diferença no meu estado.
Estás a chorar?, perguntou-me ela e eu não consegui conter, como nunca consigo quando estou prestes a agir dessa forma que não me orgulho nada admitir e me perguntam isso. Não tinha sido nada do que ela tivesse dito, não tinha sido nada que tivesse entrado no olho, não tinha sido nada dessas desculpas esfarrapadas que utilizam muito. Foram as míseras palavras escritas por mim que faziam ecoar uma palavra dentro da minha cabeça: Lisboa.
Falta pouco, mas ainda há muito por que passar e, até lá, só quero ver sorrisos. (...)
adoro-te íris.
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sério? o quê? :o
ResponderEliminarque menino? aquele? isso foram vocês que inventaram! xD
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